Marketing digital para advogados: 11 conceitos para não esquecer
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Morgana Alencar

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Advogada, Membro da Comissão Especial de Direito Digital da OAB/SP e escritora 

Glossário de Marketing Digital para advogados: 11 conceitos para nunca mais esquecer

Turivius: sua nova forma de fazer pesquisa jurisprudencial tributária

Você sabe o que significam os termos meta-description, SEO, funil de vendas e inbound marketing? Esses são apenas alguns dos 11 conceitos que você aprenderá neste glossário de marketing digital para advogados.

Seja você ou não o responsável pelo marketing jurídico do seu escritório de advocacia, compreender estes conceitos contribuirá para que tenha novos insights durante a sua atuação, proporcionando-lhe uma colaboração mais ativa com o time responsável pela atração de novos negócios, otimizando a prospecção de clientes e aumentando a sua receita. 

Acompanhe o artigo a seguir e fique por dentro do mundo do marketing jurídico!

Para saber por onde começar no marketing jurídico, leia também:

Marketing jurídico: 5 dicas práticas de como utilizá-lo no seu escritório de advocacia

Glossário de Marketing Digital para advogados

1) Conversão

Vamos iniciar a apresentação deste dicionário de marketing digital para advogados com um dos grandes resultados a serem alcançados com uma estratégia de marketing: a conversão. 

A conversão se traduz em ações que são realizadas pelo seu cliente e que representam avanços na jornada de compra

Ou seja, a cada conversão se espera que o seu cliente se aproxime do momento de compra, gerando oportunidades de negócios futuros. 

Exemplos de conversão: preenchimento do formulário de contato ou para acessar um e-book, envio de mensagem pelo chatbot ou whatsapp, cadastro em newsletter, etc. 

Leia também:

Jornada do cliente na advocacia: entenda como funciona e comece a aumentar sua receita.

2) Formulário de conversão

O formulário de conversão se trata de campos a serem preenchidos pelo seu cliente em troca do cadastro de uma newsletter ou pedido para ser contatado pelo seu escritório, por exemplo. 

Na prática, a partir de formulários de conversão é possível obter dados como o e-mail do seu cliente, o que viabiliza o início de um relacionamento através do e-mail marketing.

Atenção:

Lembre-se sempre que deve ser respeitado o Código de Ética da OAB, posto que este não autoriza o envio de e-mails promocionais e com fins publicitários, bem como a Lei Geral de Proteção de Dados, que exige para o tratamento dos dados pessoais o enquadramento em uma das bases legais previstas em seu 7º artigo. 

Leia também:

E-mail marketing para advogados: utilizando esse recurso para prospecção de clientes

3) Funil de vendas

Se você investe em produção de conteúdo na advocacia provavelmente já está familiarizado com o conceito de funil de vendas. 

O funil de vendas é representado por um funil invertido e dividido em: topo de funil, meio de funil e fundo de funil. 

Vamos usar como exemplo o acesso ao blog do seu escritório. Para pensar no funil de vendas basta considerar os três grupos de possíveis leitores. 

Aqueles que buscam conteúdos mais gerais e não pensam em contratar serviços jurídicos se encontram no topo do funil. Esse grupo representa a maioria dos visitantes. 

Já o grupo do meio do funil não está necessariamente pensando em contratar seus serviços, mas, a depender do conteúdo que ele encontre ali, poderá realizar uma conversão e iniciar um relacionamento com o seu escritório, podendo fechar negócio no futuro.

Por fim, no fundo de funil estão aqueles que já consideravam contratar um advogado e estão muito perto de tomar essa decisão. Nesses conteúdos é preciso que fique claro por quais motivos os seus serviços deveriam ser contratados. 

Ou seja, a depender da fase em que o seu cliente se encontra na jornada de compra, ele acessará conteúdos que poderão ser mais distantes ou mais próximos do momento da venda.

Leia também:

Branding para advogados: como colocar em prática no seu escritório

4) Inbound Marketing 

O Inbound Marketing se distingue do Outbound Marketing (marketing tradicional) uma vez que se baseia em estratégias para atração de clientes, recebendo o nome também de marketing de atração.

Desse modo, podemos concluir que o Inbound Marketing no contexto jurídico tem como objetivo atrair clientes e incentivá-los para que no futuro realizem a contratação dos seus serviços jurídicos.

A atração e construção de relacionamento ocorrem, por exemplo, através do compartilhamento de conteúdos ricos, que contribuam para a geração de autoridade e relevância do seu escritório de advocacia.  

Conheça mais sobre o Inbound Marketing aqui

5) Leads

Passa a ser chamado de lead aquele que visita a página do seu escritório de advocacia e acaba realizando uma conversão, como o preenchimento de formulário para o recebimento de conteúdos exclusivos.

Assim, leads são os visitantes que deixaram seus dados e demonstraram interesse em se relacionar com a sua empresa, possuindo chances de se tornarem clientes no futuro. 

6) Persona

Você saberia dizer se já vende hoje para o seu cliente ideal? 

A persona pode ser definida como o cliente ideal para o seu escritório e é com foco nela que você deverá pensar a sua estratégia de marketing jurídico.

Diferentemente do público-alvo, que é um termo mais genérico, você deve pensar na persona de forma individualizada, como alguém que possui um nome, idade, trabalho, hobbies, etc. 

Por exemplo, se você é um(a) advogado(a) tributarista e busca atrair empresas de grande porte para o seu escritório deve considerar as dúvidas deste empresário no momento em que for produzir conteúdo. 

Quem seria esse cliente? Qual a sua idade e seus interesses? 

Personificar o seu cliente até mesmo lhe atribuindo um nome fictício facilita a compreensão da jornada a ser percorrida por ele e a entender como o seu escritório pode fazer parte dela. 

Ao ter em mente quem você deseja que se tornem seus clientes, torna-se mais fácil e assertivo o planejamento para trazê-los para o seu escritório

7) Landing Page 

Landing Page ou LP é a página que possui como objetivo capturar visitantes do seu site e transformá-los em leads, ou seja, a sua finalidade consiste justamente em levar o visitante a uma ação (conversão). 

No contexto da advocacia, LPs podem ser utilizadas com formulários de conversão para webinars jurídicos e acesso a materiais gratuitos como e-books. 

8) Marketing de conteúdo 

O marketing de conteúdo pode ser conceituado como um conjunto de estratégias a serem utilizadas para a produção de conteúdo

Não se trata apenas de escrever e publicar artigos ou posts no seu blog e redes sociais. É preciso seguir um planejamento em que os conteúdos se conectem entre si e também com o leitor.

Assim, além de pensar uma jornada de conteúdo, deve-se ter claro com qual cliente (persona) se está falando, adequando a partir daí a matéria tratada e a linguagem utilizada.

Assista ao vídeo abaixo e descubra dicas importantes para a sua produção de conteúdo na advocacia:

9) SEO

SEO (Search Engine Marketing) ou, traduzindo para o português, otimização para motores de busca, trata-se de um conjunto de técnicas a serem colocadas em prática para que determinado site passe a ocupar as primeiras posições nos sites de mecanismos de busca (Google, Yahoo, etc).  

Simplificando, basta considerar um potencial cliente do seu escritório pesquisando suas dúvidas jurídicas na internet. 

O seu escritório poderá ter produzido um conteúdo sobre este assunto, mas isso não é suficiente para que o seu blog apareça dentre os primeiros resultados apresentados pelo Google. 

É necessário também que o seu conteúdo siga uma série de regras, como é o caso do uso de palavras chaves, existência de links internos, legibilidade do conteúdo, meta description ou meta-descrição, etc.

10) Meta description

Como apresentado acima, um dos pontos importantes para o SEO é a existência da meta description ou meta-descrição.

A meta description nada mais é que um pequeno texto exposto logo abaixo do título e da URL de um site que é exibido nos resultados de pesquisa do Google. 

Trata-se de um resumo essencial para que o leitor tenha ideia do conteúdo que ele encontrará ao acessar determinada página, sendo importante que ali conste a palavra-chave principal e que contenha cerca de 160 caracteres. 

Observe abaixo o exemplo:

Meta description - o que é

11) CTA (Call To Action) 

Em tradução literal, o Call To Action pode ser conceituado como uma chamada para ação (conversão).

Corresponde àquele trecho ao final de um artigo que convida o leitor para ler outro conteúdo. Também poderá adquirir o formato de botões ou banners.

O CTA tem como objetivo provocar o leitor para que ele realize uma ação, que pode ser, por exemplo, entrar em contato ou baixar um e-book.

“Clique aqui”, “entre em contato” e “baixe este e-book” são alguns dos exemplos de CTA que você poderá aplicar em páginas do seu site. 

Vale a pena investir em marketing jurídico? 

Não tenha dúvidas que sim. 

Uma boa estratégia de marketing jurídico contribui para que o seu escritório cumpra com a sua função social de compartilhar e tornar acessível o conhecimento jurídico, atrai mais visitantes para dentro do seu site (e do seu escritório!) e fideliza aqueles que já são seus clientes através da nutrição e bom relacionamento. 

Saiba mais sobre marketing jurídico! Leia também:

Linkedin para advogados: 5 dicas para aumentar sua autoridade no digital

Como captar clientes na advocacia trabalhista

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A missão da Turivius é transformar a inovação e tecnologia em valor agregado aos seu serviços jurídicos, contribuindo para a alta performance em escritórios de advocacia e departamentos tributários de empresas de grande porte. 

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